Direito Humano
O direito humano sempre foi contestado, mesmo no inicio dos tempos o ser humano precisou demonstrar de forma austera a sua superioridade para se sobressair sobre os demais, mas a sociedade sempre compreendeu de forma coerente esta disputa por espaços.
O modo de vida percorrido de forma justa pelos que detinham mais poder e estes não se sobreponham sobre os demais ignorando os direitos dos outros se lançou como uma conduta correta.
Foram várias as demonstrações de que os direitos humanos das pessoas precisavam ser defendidos porque a sociedade se tornaria com passar do tempo extremamente desigual, o homem desde
Talião que estipulou a primeira regra delegada como consenso de uma população, regia como: ¨- Olho por olho, dente por dente¨, isso possibilitava que todo aquele que tivesse seus direitos como cidadão ofendidos por outros, estes teriam a mesma perda, justo pois permitia uma certa maturidade na hora de realizar algum ato desordenado ao próximo.
Jesus Cristo teve em sua trajetória sobre a superfície terrestre uma conduta impar jamais contestada por nenhuma outra congregação, em nenhum momento ofendeu o direito de outros, sua vida regrada e repleta de atos onde discursava a respeito do direito é seguida até hoje por milhares de indivíduos, mas foi subestimada pela sociedade judaica que não acreditava em sua divindade e para a manutenção de uma ordem social condenou através do império romano que detinha um poder fictício em seu tempo a crucificação como forma de poder
Maquiavel no fim da idade média que os meios eram justificados pelos fins, dando aos indivíduos uma contradição de o que é direito.
Para tanto o filme, O menino de pijama listrado, que trata do holocausto, nos possibilita inúmeros pensamentos a respeito do direito humano, penso que ao ver o filme questiono a respeito de todas aquelas raças que eram consideradas inferiores e não merecedoras de sua integridade social a partir da supremacia ariana imposta pela Alemanha.
O homem para obter seu espaço vital não reconhece o espaço do próximo e cabe aqueles que se apropriam de uma cultura defender os direitos seus e dos outros.
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